No final de 2016, várias tendências para a área de Gestão de Projetos foram previstas pelos especialistas e consultorias do setor, mas ao tempo em que algumas delas de fato se concretizaram, também existem outras que acabaram não causando um impacto tão grande assim na área. Pensando nisso, a seguir está uma retrospectiva listando as tendências que realmente se destacaram e ainda as tendências que não emplacaram nesse ano de 2017.

Tendências que deram certo

• Importância cada vez maior do gerenciamento de riscos

Apesar de todas as facilidades trazidas com o avanço da tecnologia, o ambiente da gestão de projetos está cada vez mais interligado e complexo, o que significa que os processos estão também mais vulneráveis aos riscos, o que faz com que os gestores de projetos precisem estar sempre em alerta.

Por essa razão, uma das principais tendências para 2017 era que o gerenciamento de riscos ganhasse cada vez mais espaço no dia a dia dos gerentes de projetos, com o objetivo de reduzir tudo o que possa causar impactos negativos no sucesso de uma venda. Ao longo do ano, isso realmente se concretizou nesse meio, com a preocupação em minimizar os riscos técnicos, financeiros, de controle e monitoramento cada vez mais em alta.

• Aumento da integração do universo mobile à gestão de projetos

Os aparelhos móveis e os aplicativos ganharam um espaço ainda maior, seguindo uma tendência que já vem se repetindo há alguns anos e que se concretizou novamente em 2017. Com isso, o universo mobile tem se tornado indispensável para o pleno andamento dos processos, facilitando a integração entre os funcionários de uma equipe de projetos e a troca de dados e informações com apenas alguns cliques.

• Uso de metodologias ágeis

Como as metodologias ágeis são essenciais para o desenvolvimento de projetos de alta complexidade, o fato da gestão de projetos estar se tornando um meio cada vez mais integrado e complexo sugeria que em 2017, essas metodologias se tornariam cada vez mais importantes. Isso de fato ocorreu durante o ano, com diversas empresas optando por adotar metodologias ágeis de projetos com o intuito de tornar a gestão ainda mais dinâmica e rentável.

Além disso, as metodologias ágeis também são uma ferramenta eficaz para a melhoria da qualidade final dos projetos, para a aderência ao que foi solicitado pelos clientes e ainda para garantir um bom Retorno sobre o Investimento (ROI), o qual precisa ser maximizado para que a empresa obtenha bons resultados em um negócio.

• Cloud computing cada vez mais relevante na gestão de projetos

O uso de ferramentas e softwares que armazenam os dados na nuvem era outra tendência que já vinha crescendo nos últimos anos e permaneceu em alta no ano de 2017 para a gestão de projetos. A razão disso está na grande facilidade de se poder acessar uma quantidade quase ilimitada de documentos e informações armazenados na nuvem, o que permite que as equipes se mantenham conectadas mesmo que exista uma distância física entre os membros dela.

Para completar, o cloud computing proporciona ainda uma diminuição nos custos com a infraestrutura física dos escritórios, algo que vai de encontro ao momento atual das empresas brasileiras, que estão se esforçando para reduzir seus custos internos com o objetivo de oferecer produtos e serviços mais competitivos no mercado.

Um exemplo de software que se enquadra nessa categoria é o sistema Acelerato, uma ferramenta online e tecnológica que permite o armazenamento de dados e informações feito inteiramente na nuvem, o que possibilita um acesso rápido da plataforma por todos os membros de uma equipe de projetos, a qualquer hora e a partir de qualquer lugar. Além disso, o sistema possui diversas funcionalidades, auxiliando o gestor de projetos em manter um controle mais eficaz e amplo de sua equipe.

Tendências que não se concretizaram

• 2017 como o ano dos projetos remotos

No final de 2016, muitos consultores chegaram a prever que 2017 seria o ano dos projetos remotos, os quais seriam facilitados com a expansão de ferramentas digitais e do cloud computing. Porém, apesar disso tudo, os projetos remotos ainda não se concretizaram como um método tão comum e abrangente para as equipes de gestão de projetos no país.

Porém, é inevitável que, com o avanço da tecnologia, os projetos remotos, conhecidos por exigirem um esforço coletivo amplo e extenso, irão se popularizar e conquistar uma fatia importante desse mercado nos próximos anos.

• A consultoria em gestão de projetos será impulsionada em 2017

Novamente, a complexidade crescente das equipes de projetos indicava que as empresas passariam a valorizar muito mais os consultores de gestão, os quais poderiam auxiliar nos projetos com um know-how diferenciado e específico. Apesar desse cenário estar de fato se concretizando, isso está acontecendo de forma mais lenta do que o previsto para 2017, possivelmente devido aos custos que a contratação de uma consultoria externa geram para as empresas.

Com o passar do tempo, a previsão é de que o meio corporativo identifique cada vez mais as vantagens desse serviço, como a criação de soluções únicas e uma visão diferenciada de cada projeto, em detrimento dos gastos gerados.

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