Recentemente encontrei um artigo, escrito por Jonathan Mead, chamado “The World Needs You To Do What You Love“. Achei tão interessante que vou fazer uma breve descrição das idéias principais do artigo.

Happy Clown, por Mark Gstohl

Happy Clown, por Mark Gstohl

Pense comigo… As maiores mudanças, as maiores revoluções, foram feitas sempre por pessoas que sentiam grande amor pelo que faziam. Se você estiver trabalhando com algo que considere chato, desanimador, provavelmente não irá se esforçar ao máximo. Irá chegar ao trabalho, fazer o suficiente para não ser demitido, e voltar para casa. Não irá tentar promover a mudança e, com certeza, não irá inspirar outros. Mas se o trabalho te deixa animado, deixa você acordado a noite toda e te preenche… você fará mais. Você vai dedicar mais tempo, mais energia, mais paixão. Porque vale a pena. Te satisfaz. A questão claramente não é se deve trabalhar com algo que ache chato ou que ame, mas sim como ser pago para fazer o que ama. Pensando nisso, seguem algumas dicas para ajudar neste caminho:

Encontre sua paixão

Para ajudar você nesse passo, seguem algumas perguntas que pode fazer à você mesmo: – Em que eu sou loucamente interessado em? – Sobre o que eu posso falar por horas? – O que eu faria de graça?

Encontre sua força

Procure coisas em que você é bom naturalmente, coisas em que tenha facilidade desde o nascimento. Contribua com seus talentos para o mundo. Se não consegue saber quais são suas habilidades, seus talentos, pergunte para amigos, familiares. Pergunte quais qualidades te diferem de outras pessoas.

Encontre seu valor

Encontrar o ponto de junção entre o que você é bom e o que as pessoas estão dispostas a pagar para ter é o que fará toda a diferença. Se você não conseguir encontrar um jeito de ser pago pelo que faz, o resto perde o significado. Então passe um tempo pensando em todas as possibilidades, nessa etapa. Para começar, pense nos benefícios que tem a oferecer para os outros. Procure por algo que seja uma necessidade para outras pessoas.

Comprometa-se

Talvez a maior causa do fracasso das pessoas seja a falta de comprometimento. Pensar “eu não sei” ou “talvez algum dia” não vai ser o suficiente para chegar ao ponto de conseguir viver fazendo apenas o que ama. É preciso um comprometimento intenso para fazer essa mudança. Em vez de pensar “eu não sei”, pense “eu vou descobrir”. Lembre-se que para chegar ao fim do caminho, é preciso andar.

Prepare-se para mudar

Por mais que você queira fazer todas estas mudanças, pode ser difícil deixar de lado o antigo modo de pensar e se comportar. Temos um monte de idéias que dizem “o trabalho não deve ser agradável” ou “não vai dar certo, deixa pra lá”. Quebrar essas crenças pode ser difícil, mas seguir o novo caminho com certeza compensa.

O que você terá que abandonar?

Você pode estar pensando que não vai ter tempo para se aventurar nessa nova jornada… e você está certo. Você não terá tempo, até que arrume tempo. Nós temos muitas coisas no nosso planejamento que achamos importantes, mas pense bem. Faça uma lista de todas as suas atividades e organize-as por prioridade. Só assim encontrará tempo para fazer o que realmente é importante.

Você dirá Sim para você mesmo?

Você pode querer virar um escritor, um dentista, um empresário, um professor, um pintor. Se você sabe que é isso que nasceu para fazer, então se dê permissão para ser chamado assim… mesmo que ainda não tenha se consagrado. E mesmo que não consiga viver apenas disso, abrace sua paixão. Esta pode ser apenas a ponta do iceberg, mas já é um grande começo. Clareza e comprometimento são as maiores necessidades, o resto é fácil. O mundo precisa de seus talentos.   Até o próximo artigo! Este artigo foi publicado anteriormente no blog Daniel Faria TI



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